quarta-feira, 23 de março de 2016

Em Poços de caldas, Técnicos avaliam o futuro do monotrilho na cidade


30/01/2012 - EPTV

Uma comissão técnica formada para avaliar as condições do monotrilho de Poços de Caldas, no Sul de Minas Gerais, começou a trabalhar nessa semana. A junta tem um prazo de 30 dias para montar um laudo técnico de avaliação sobre a estrutura do monotrilho da cidade. Esse laudo será utilizado para que o município possa tomar uma decisão definitiva em relação ao futuro da estrutura. A obra foi paralisada por tempo indeterminado desde que a empresa responsável pela obra e a prefeitura entraram em desacordo.

A prefeitura alega que em maio de 2011 foi nomeada uma comissão processante, formada por quatro servidores municipais, responsável pelo processo administrativo movido contra a empresa que deveria explorar o serviço. Uma possível conciliação foi abandonada depois que a empresa apresentou uma defesa preliminar, impedindo a rescisão amigável do contrato. O documento com a empresa foi firmado em 1981, com prazo de concessão de 50 anos.

Comissão avalia condições de segurança do monotrilho em Poços de Caldas


24/01/2012 - Prefeitura Municipal de Poços de Caldas

Em maio do ano passado, foi nomeada uma comissão processante formada por quatro servidores municipais

Foi nomeada, na última sexta-feira (20), comissão técnica para avaliação das condições da estrutura do monotrilho, que tem um mês para apresentar relatório da atual situação do equipamento.

A portaria 4.157 foi publicada no Diário Oficial do Município e nomeia os servidores Paulo Roberto Rodrigues Milton e Antônio Ernesto Guidugli para avaliarem a estrutura do monotrilho. Eles têm prazo de 30 dias para apresentação de Laudo Técnico de Avaliação.

"Estamos procurando todas as alternativas no sentido de avaliar o que podemos fazer com o monotrilho. Entramos com uma ação administrativa, mas não conseguimos uma conciliação com a empresa", explicou o prefeito Paulo César Silva.

Ele destacou, ainda, que há um clamor popular sobre o assunto, sobretudo no que diz respeito à segurança das vigas que compõem a estrutura do monotrilho, na avenida João Pinheiro. "Inclusive, já tivemos problemas no passado", alertou. "Por isso, este laudo poderá ser um instrumento para que o município tome uma decisão definitiva sobre o monotrilho", completou.

Em maio do ano passado, foi nomeada uma comissão processante formada por quatro servidores municipais, responsável pelo processo administrativo movido contra a empresa que deveria explorar o serviço. A empresa foi notificada e apresentou defesa preliminar. No entanto, não houve rescisão amigável do contrato.

Agora, o processo administrativo está na fase de oitiva das pessoas envolvidas, iniciando com o secretário de Planejamento, Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente, Misael de Mendonça. O contrato com a empresa foi firmado em 1981, com prazo de concessão de 50 anos.

Liminar determina que prefeitura faça reparos em monotrilho de Poços, MG



22/03/2016 - G1 Sul de Minas

O juiz da 3ª Vara Cível de Poços de Caldas (MG), Edmundo José Lavinas Jardim, concedeu uma liminar que determina que a prefeitura faça reparos em todo o monotrilho da cidade. Segundo a liminar, essa determinação é por segurança, para evitar que parte da estrutura desabe. A prefeitura informou que ainda não foi notificada da decisão.

O monotrilho foi construído para ser uma atração turística em Poços de Caldas e uma alternativa para o transporte público. Aprovada em 1981, a construção do monotrilho previa 30 quilômetros, mas apenas 8 foram entregues em 2000.

Entre 2001 e 2003, o meio de transporte funcionou poucas vezes e foi marcado por uma pane técnica durante a viagem de inauguração. Na ocasião, 19 pessoas precisaram ser retiradas pelo Corpo de Bombeiros. Após a queda de duas pilastras, o monotrilho parou de vez e há mais de 10 anos está inoperante.

Um impasse entre a construtora e a prefeitura impede que a edificação volte a funcionar. A concessionária culpa a administração pública pela queda dos pilares de sustentação e pede que seja feita uma análise da estrutura que ainda existe. Em 2012, a prefeitura compôs uma comissão de engenheiros para elaborar um parecer técnico sobre as condições estruturais do monotrilho.

Depois das análises, a comissão salientou a necessidade de contratação de uma empresa especializada para avaliar a estabilidade, segurança e integridade da edificação, alegando que toda estrutura está há muitos anos sujeita ao desgaste natural e sem manutenção adequada.

Em 2014, o Ministério Público tentou fazer um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) entre a prefeitura e a empresa que administra o monotrilho para resolver o impasse, mas o acordo não foi assinado e o processo ainda corre na Justiça.

Questionada, a assessoria de imprensa da prefeitura informou que a Procuradoria Geral do Município vai analisar o conteúdo da liminar para se pronunciar. Os advogados da empresa concessionária responderam por e-mail que não vão falar sobre o assunto, já que a liminar foi contra a prefeitura e não contra a empresa.

Já sobre o acidente em que duas pilastras caíram, em 2003, a assessoria de imprensa informou que na ocasião isso ocorreu por causa de obras de desassoreamento do rio que margeia a construção.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Vagão para monotrilho pesa menos 500 quilos


23/04/2013 - Valor Econômico

O inconveniente nesta escolha é que a durabilidade do alumínio não passa de 30 anos

Por Rosangela Capozoli

A diferença de 500 quilos a menos no peso de um carro monotrilho que se move com pneus a 15 metros de altura, em relação aos trens de metrô, é a vantagem que leva os construtores desse veículo aéreo a escolher o alumínio para a construção das carcaças dos carros. O inconveniente nesta escolha é que a durabilidade do alumínio não passa de 30 anos, enquanto que os carros de aço inoxidável do metrô resistem meio século, o que, no entanto, é compensado pelo custo desse insumo, de até 40% menos que o utilizado no metrô.

Essas foram as razões que levaram os construtores do monotrilho de São Paulo a optar pelo alumínio. Primeiro da América Latina, o trem começará com duas linhas, a 17 Ouro, que ligará Congonhas ao Morumbi, e a 15, Prata, que irá da Vila Prudente à Cidade Tiradentes. O alumínio é o material usado no Japão, desde a década de 1960. O que não ocorre nos países nórdicos, onde a opção é pelo aço inoxidável.

"A vantagem é a leveza que se ganha no sistema e na estrutura. Hoje, o alumínio tem uma resistência que atende as especificações e garantias de vida do material rodante, com duração superior a três décadas", explica Alan Moreira, presidente da Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros Sobre Trilhos (ANP/Trilhos). O executivo, que também é diretor do Grupo MPE, fabricante de monotrilhos, observa que, além de mais leve, o alumínio facilita o processo de implantação. "O monotrilho tem uma capacidade de implementação muito mais rápida que o do metro. É possível implantar 40 quilômetros de monotrilho em 40 meses sendo que a mesma extensão de metrô pode consumir até 10 anos. Outra vantagem é o custo. O monotrilho chega a custar até 40% do valor total da construção de um metro", completa Moreira. Considerando-se o fato de o monotrilho correr em vigas elevadas e o metrô exigir escavações bastante dispendiosas.

David Turbuk, gerente de concepção e sistema da Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô), explica que, além das qualidades do alumínio em termos de leveza, há um outro aspecto que precisa ser levado em conta. "É mais simples fabricar uma caixa de alumínio que uma de aço inoxidável. O aço exige um trabalho artesanal, sendo que o processo de produção com alumínio pode ser automatizado", afirma.

Segundo Turbuk, um carro do metrô chega a pesar 8 toneladas enquanto o do monotrilho pesa 7.500 quilos. "No caso do metrô, que corre sobre trilhos, o peso maior é irrelevante. O que não ocorre com os vagões do monotrilho, porque trafegam sobre vigas e pneus. Qualquer redução, nesse caso, é um grande ganho."

As empresas OAS e Queiroz Galvão são as responsáveis pelas obras de infraestrutura, onde serão colocados os trilhos. Os 53 trens que rodarão pelo sistema são produzidos pela canadense Bombardier em uma fábrica inaugurada há cerca de um ano em Hortolândia, no interior de São Paulo. O objetivo da empresa é transformar o local em um centro mundial de produção de monotrilhos de alta capacidade. "Aplicamos a tecnologia usada na fabricação de avião aos monotrilhos", diz Luis Ramos, diretor de Comunicação da Bombardier para a América Latina.

"Será o primeiro monotrilho de alta capacidade do mundo, considerando custo benefício", diz Ramos. A expectativa é que o Expresso Monotrilho Leste tenha capacidade para transportar meio milhão de pessoas por dia. Parte dos componentes usados na fabricação é importada da China. "A expectativa é que 60% das peças sejam nacionais, fabricadas por empresas da região de Hortolândia. Já estamos firmando parcerias com fornecedores", informa.

Fonte: Valor Econômico

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Monotrilho da Linha 15 de SP é candidato a prêmio mundial


24/04/2013 - Bombardier

A premiação será realizada durante a 60ª edição do Congresso Mundial de Mobilidade e Transporte Público da UITP, que decorrerá em Genebra, na Suíça, de 26 a 30 de Maio.

Em reconhecimento das melhores práticas no transporte público, o projeto da Linha 15-Prata no Metrô está entre os candidatos ao prêmio da União Internacional dos Transportes Público (UITP), na categoria de projeto mais inovador. O projeto Expresso Monotrilho Leste, Linha 15-Prata do Metrô, coloca São Paulo na vitrine do transporte público urbano mundial. São Paulo é a primeira cidade do mundo a implementar a nova tecnologia de Monotrilho de alta capacidade como sistema público de transporte massivo.

A premiação será realizada durante a 60ª edição do Congresso Mundial de Mobilidade e Transporte Público da UITP, que decorrerá em Genebra, na Suíça, de 26 a 30 de Maio. O congresso, que acontece a cada dois anos, é o maior e mais importante fórum de operadores e indústria do transporte público urbano. Tem como objetivo apresentar grandes projetos, discutir sobre mobilidade urbana, além de mostrar melhores práticas, inovações e tecnologia.

O novo sistema de Monotrilho de alta capacidade é candidato ao prêmio mundial da UITP porque permite mudar as regras do jogo. As suas vantagens são únicas, uma capacidade de transporte muito elevada e uma infra-estrutura leve, elegante e fácil de construir, que reduz significativamente o preço da construção e os prazos de implantação.

A nova Linha 15-Prata do Metrô vai conectar as estações de Vila Prudente e Cidade Tiradentes na zona Leste da cidade, um percurso de 24 km e 17 estações onde vão circular 54 novos trens de monotrilho, cada um com capacidade para transportar 1000 passageiros, vai permitir transportar meio milhão de passageiros cada dia. A linha também é equipada com um sistema de controle automático de trens BOMBARDIER CITYFLO 650, que permite um intervalo dinâmico de circulação entre trens de apenas 75 segundos. Atualmente, um morador da zona Leste leva mais de duas horas nesse percurso, tempo de viagem que com o Monotrilho será reduzido para apenas 50 minutos.

A execução do projeto da Linha 15-Prata do Metrô de São Paulo está sob responsabilidade do Consórcio Expresso Monotrilho Leste, composto pela parceria das empresas Queiroz Galvão, OAS e Bombardier, vencedor da licitação realizada em 2010 pela Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô).

Fonte: Bombardier

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Consórcio apresenta proposta para elaboração do projeto executivo

03/08/2012 - Portal D24am

O valor, apresentado na tarde desta quarta-feira, é R$ 139 milhões menor que o último apresentado pelo consórcio.

O consórcio Monotrilho Manaus apresentou uma proposta de R$ 1.460.495.221,00 para a elaboração do projeto executivo, construção e fornecimento de equipamentos para a implantação do monotrilho em Manaus.

O valor, apresentado na tarde desta quarta-feira, na Comissão Geral de Licitação (CGL) do Governo do Estado, é R$ 139 milhões menor que o último apresentado pelo consórcio, em junho, que foi de R$ 1.599.868.501,67. O valor apresentado em junho foi recusado pela CGL, pois era 20,5% acima do valor que o governo estava disposto a pagar.

O valor de referência para a implantação do monotrilho é de R$ 1.327.777.474,15, e, de acordo com parecer da Procuradoria Geral do Estado (PGE), a CGL só pode aceitar um valor de, no máximo, 10% acima do valor de referência. O novo valor, apresentado hoje pelo consórcio, é 9,99% maior do que o valor de referência .

A CGL vai analisar a proposta e, às 10h desta quinta-feira, vai informar se aceita ou não o valor oferecido pelo consórcio Monotrilho Manaus.

Fonte: Portal D24am

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